Volver

 

Tengo miedo del encuentro

Con el pasado que vuelve

A enfrentarse con mi vida…

Tengo miedo de las noches

Que pobladas de recuerdos

Encadenan mi soñar..” (Volver, Carlos Gardel)

 

Há tempos sinto silenciosa tristeza

Tatuagem

Cicatriz

O que foi jamais deixará de ser

 

Sorrateiras

As mesmas velhas perguntas

Esgueiram-se

Silenciosas

 

Esquecidas

Apagadas

Superadas

Ressurgem

 

Um tango

Uma lágrima

Nem é saudade

Apenas melancolia

 

Eu lírico, que nada!

Quem explode sou eu

E os mistérios de minha alma

Que nunca há de se revelar

 

Levanta e vai

Esquece tua dor

Que não importa

E nem há tempo para firulas

 

A vida exige presteza

O dia corre

O trabalho te aguarda

Os afetos esperam por teus agrados

 

Evita o silêncio

Escapa ao pensamento

Ocupa as horas ociosas

Recorda tuas alegrias

 

Aproveita o instante

Sorri enquanto pode

Quanto às lágrimas,

Reserve-as a Gardel.

 

2 ideias sobre “Volver

  1. Márcia
    Que bom, você voltou!.
    Estava sentindo falta, mas sei que você voltou reabastecida, cheia de inspiração.
    Vá mandando, estamos ansiosos pelas novidades, mas não escreva em inglês, pois dá muito trabalho para traduzir
    Beijos e abraços para você e Luiza.
    De Terezinha.

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